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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Entendi que a vida não tece apenas uma teia de perdas mas nos proporciona uma sucessão de ganhos. O equilíbrio da balança depende muito do que soubermos e quisermos enxergar.


Lya Luft

sábado, 21 de julho de 2012

"Tem gente que nos interessa pelo simples carinho, independentemente de status, grana, importância e possível utilidade."


Lya Luft

sábado, 26 de maio de 2012

"Deus, eu faço parte do teu gado:
esse que confinas em sonho e paixão, e às vezes em terrível liberdade.
Sou como todos, marcada neste flanco pelo susto da beleza, pelo terror da perda e pela funda chaga dessa arte em que pretendo segurar o mundo (...) Eu faço parte do teu gado estranhamente humano, marcado para correr, amar, querendo colo, explicação, perdão e permanência."

Lya Luft

domingo, 22 de abril de 2012

Quem Sou




Do pai a certa retidão e melancolia:
o olhar sobre o que vem atrás 
do espelho. Da mãe, 
a alegria. Da remota linhagem,
o novelo de fios que se tramam
alma e imagem,
ninguém sabe quando e onde.

Mais os trabalhos e a dor, a fantasia,
a obstinada procura, alguma sorte,
muita esperança na bagagem.

(Dissabores fazem parte: maior
 foi a celebração da vida.)

Entre o começo e a morte,
mar e miragem:
não há muito em mim
na personagem que contemplas.

(Há que buscar o que ela esconde.)

Lya Luft

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece..."


"Seja como for, eu vou, pois quase sempre acredito."
Foto: Divulgação/Disney 

domingo, 17 de julho de 2011

"Não escrevo porque “valha a pena”, mas porque me faz feliz, simplesmente."

quarta-feira, 4 de maio de 2011

"Plantar um bosque na alma, e curtir a sombra, o vento, a chuva, as crianças, o sossego."
Lya Luft

"Não sei qual é o grande mal contemporâneo, possivelmente o desassossego, o excesso de possibilidades, a dificuldade de discernir e escolher."
Lya Luft

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011


"A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada."

segunda-feira, 8 de novembro de 2010



Houve um tempo: nós o perdemos? Tudo o que poderia vibrar calou-se numa espera demasiada. Talvez te sirva este vazio, que é como teu rosto contornado pelo silêncio ou pelo fio muito fino de uma lágrima. Podes te acomodar aí, como uma flor, um fruto esquecido sobre a mesa. Prometo: virei pisando leve, para que nem estremeça na tua vida pousada na minha. Lya Luft

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